Monthly Archives: May 2016

Flair

Standard

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Jaz um riso que desfaleceu frente as granulações desse tempo

Devora-me as memórias

liberta-me das insólitas visões de uma agora que não mais existe.

Perco-me nos arcabouços desse pensar que não estanca

gira

gira… gira…

tropeço. começo. a iris avista algo com cor. .. ah. novo amor.

Ir.. Ser.. Estar..

Standard

Tudo esta escuro

Apenas o barulho nauseabundo

Do ventilador enferrujado paira no ar.

Olhos cerrados. Olhos cercados.

A gravidade zero da meditação

Escancara as faces vazias.

Uma corrente imagética de cores

Invade e evade do ser sem cessar.

Os ossos e músculos desprendem-se

Voar.

Na minha frente um caminho

Vislumbrar

Caminhar;..

Um jorro energético agarra

Alcançar, ser e estar.

Não existe luz

Mas tudo esta terrivelmente

Iluminado.

Claridade, clarear, deixar-se aqui.

As paredes movem

No sepulcro desta realidade vã,

Querer, fazer, voltar.

Escuto a correnteza

Sinto a densidade de seus minerais

Verbais, verborrágicos, vertentes

Sulfurosamente, vou, ser, estou…