Squezee

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leve.. feito um brisa fina que sutilmente desliza

nas madrugadas frias e vazias de uma cidade

quase deserta.

cada peça se move lentamente..

estudo.. estudas.. ampulhetas a rodar..

areias ao fim.. mudar.

A curiosidade de um sorriso

transeuntes de uma dialética de ir e vir sem fim

Todos jogamos

o olhar que cristaliza o desejo

os lábios que um sorriso emana

as mãos inquietas..

o hálito do momento que é, e de repente passa

porque esticar cordas e percorrer certos caminhos

se de fato, não se chega além de um muro liso

de hesitações…

caço-te. nos borrões das luzes que ofuscam algumas retinas

nas entranhas dos acordes altos e potentes..

no parapeito do desfiladeiro do incerto

deixo o espirito voar nessa brisa.. leve.. sem rumo.. e sem amarras.

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