Monthly Archives: May 2012

A week wish list

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Nada formatado

acertado, firmado.

um riso, longe, de canto, entre um olhar que vagueia

desconcertado por um brincar não inocente

que impacientemente percorre as veias.

Olho. espero. não nego.

Camada a camada saboreio

o singelo nervoso que atrapalha os atos.

Solto o espirito

liberto em chamas, libertino, mundanas…

respiro seu cheiro.. potente..

Intenso como uma tempestade de outono

em maio candango deste oeste sem xerife.

Não temos estrelas.

Apenas, dardos… dardos..

brincas.. como brincas eu.. com fogo e em fogo ateu..

lanhos craquelê nas dermes

entre os corpos um dueto irrequieto

deixo ao seus lábios um desejo

ao ventre repouse os afagos..

de um.. dos dois.

 

 

Florada

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ao léu… sem destino fixo.. fluindo entre a intensidade das artérias

no frenesi do sede que o imaginar perturba à mente, que tenta afastar

a lascívia do pensamento. Pífia. a Imagem aqui esta. Potente. Voraz.

Entumecido, o corpo dobra-se. Estica as fibras à um extremo…

ampulheta. corre. uma corrente puritana ainda queima meu tornozelo.

Deixo-me a esse vendaval.. instinto versos racionalidade.. e aos ouvidos o som grave.. tapping.. two hands tapping.

Insite; Inside…

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Furiosamente rápido,

feito uma bolha de sabão que ao ar flutua..

entre os sopros, arremete-se ao léu..densa e instantaneamente frágil.

Casca queratina

Pífia barreira de um não sentir.

Perfaço um não olhar, entre abro um … pensar.

Algibeira ao colo guarda a lascívia

De um oi tímido numa noite suja.

Vorazmente deixo um slash sulfurico

Tocar a caixa entre as baquetas cadenciadas  deste

lampejo nostalgico de um devir incerto.

O mundano chafurda o desejo dessa carne

Bocas, suspiros e o abraço.

Sonhas ai.. enquanto, sonho.. aqui.

Intenso…

Incendeio as palavras, silencio perante as mãos que tateiam..

sede.. desta boca que desatina os meus olhos

Apenas uma fina casca..

entre o ai.. o aqui..e quem sabe,

o agora.