Monthly Archives: January 2012

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Perfumado o ar se torna

ao encontro da palavra que efêmera, transmuta;

entre o ser e o nada…

Assim sendo tolo inteiro

na algibeira de trovas sem destino

Eis-me aqui todo incerto

ao clarão que ilumina

os vales frios e desertos;

Apenas represando o relógio inquieto

Teimoso contador do tempo

Que degela o peito

ao aceitar a tal palavra

e a partir de então;

Sê-la toda em versos…