Monthly Archives: March 2011

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Vejo as arestas desta arte

onde os lanhos salientes expurgam

Uma poesia pujante;

entropico caminhar das pausas de ação.

Entre faço bordões

não de palavras

sensações

onde desfaleço as lágrimas contidas

onde descarno o peito em chamas

onde repouso o delírio febril

que a alma lança inquietar-se.

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Innocence.

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saio do abismo que sucumbe minha alma

perco a sensibilidade os olhares vazios

mesmo assim refaço as tranças de cetim

que cobrem-me a cintura

e a boca rosa pálida deixo escapar um suspiro.

densos sonhos serpenteiam minhas noites

desatinos em desalinhos com meus passos juntos ao fronte;

beijo o véu que os céu  se funde

deixo o dorso mergulhar na fonte.

Quero o mundo em minhas mãos pequeninas

e com os dedos construir desejos

entre sulfuricos beijos que à brisa lanço

à procura do descanso da tua boca.