Proseio.

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Desdobro

Inverto alguns pólos

Encontro o cerne de veios

Nodosos;

Contesto.

Atesto que o vil metal

Desfalece entre os acordes

Dos violinos poentes.

Sento à luz das palavras que voam no tempo

Como águias caçadoras

Em busca do alimento das almas errantes

No desterro abaixo de nossos olhares.

Ofuscar.

O brilho intenso de sua pele

Serena

Languida angustia de a um final

Chegar o ponto.

Torto.

Morto.

Porém ponto.

Calo-me em arcabouços

Soluço a solitude por entre frestas

De onde contemplo este ar rarefeito.

Cerro as grades desta cela sem teto

E mesmo assim

A prisão postiça posterga a liberdade.

Liberta.

A alma solta refestela entre a folhagem

Verdejante da memória distante.

Não quero voltar.

Nem mesmo prosseguir.

Quero apenas deitar

Ficar

Aqui.

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